Supernatural is Life

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[Download] Episódio 6x04 - Weekend At Bobby's
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Descrição Oficial:

ESTREIA DE Jensen Ackles DIRIGINDO - DEPOIS de Bobby Descobrir Crowley Que Não Tem softwares antigos Intenção in SUA Devolver LHE alma, o caçador toma o in Problema SUAS Próprias Mãos. Elementos liga parágrafo Sam e Dean pedindo Ajuda DEPOIS Que elementos desenterrra hum dos Fundos Mais Segredos de Crowley. Enquanto ISSO, Sam e Dean Aprende Que o Bobby FAZ O Dia enguias TODO quando nao estao Por Perto.

Jensen Ackles dirigiu o Episódio Escrito Por Andrew Dabb & Daniel Loflin.



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[Download] 6x03 - The Thrird Man
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Descrição oficial:

CASTIEL RETORNA – Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) chamam Castiel (Misha Collins) quando começam a investigar um caso sobre vários policiais que parecem ter sido mortos por pragas egípcias. Castiel confirma que o cajado de Moisés foi usado para matar os policiais e diz a Sam e Dean que o Céu está um caos e as armas de Deus foram roubadas. Os três saem em busca do ladrão e se vêem frente a frente com um velho inimigo.
 
Ben Edlund escreveu o episódio dirigido por Robert Singer.


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ARQUIVO de 720p ( 3 PARTES)
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2ª Parte
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[Download] 5x22 - Swan Song (Season Finale)
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Sinopse:

O Apocalipse - A temporada inteira caminhou para o confronto entre o bem e o mal. Com a iminência do Apocalipse, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) percebem que estão fora das opções e tomam decisões de partir o coração que mudarão suas vidas para sempre. Um personagem querido é morto.

Steve Boyum dirigiu o episódio com teleplay de Eric Krip
ke e história de Eric Gewitz.


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BOM FINAL DE TEMPORADA A TODOS.

Impressões sobre o 5x21 - Two Minutes to MIdnight by Polly
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Pois bem, estamos na reta final da quinta temporada. Estamos no penúltimo episódio e o que dizer dele? O que dizer de Two Minutes To Midnight? Eu digo: bom, muito bom. Mas não excelente. Aliás, poucos episódios na quinta temporada podem entrar pra essa lista de “excelentes”. Mas Two foi um bom episódio, não foi ruim. Em minha opinião foi mais um passo pra finalizar tudo na quinta-feira, dia 13/05/2010.

Eu tenho algumas coisas a falar da quinta temporada como um todo, mas não o farei agora. Agora eu apenas vou falar sobre pontos do episódio que foram importantes e destacáveis para mim.

A começar por quem escreveu o episódio. Sera Gamble. Até meados da segunda temporada sempre gostei do que ela escrevia, mas depois de Heart eu meio que comecei a dizer em alguns episódios: “Hã? WTFH??”.. Ela, em minha opinião andou meio que escorregando em algumas coisas. Normal, porque ninguém nunca consegue ser bom sempre, acertar sempre. Mas comparando a Sera da primeira temporada com a Sera da quinta, realmente eu meio que deixei de “confiar 100%” nela. Ela é competente, ela é uma boa escritora quando se propõe a não inventar, mas é uma roteiristas inconstante. Então, atualmente, eu meio que fico com medo do que ela escreve. E em Two teve alguns pontos que ela escorrega, mas no balanço geral ela fez um bom episódio. Só achei que faltou um pouco mais de “ritmo” e “ligação” entre algumas cenas. No mais, o episódio foi bom.

O título do episódio é uma música do Iron Maiden e reflete muito bem o episódio..

Kill for gain or shoot to maim
But we don't need a reason
The Golden Goose is on the loose
And never out of season.
Blackened pride still burns inside
This shell of bloody treason
Here's my gun for a barrel of fun
For the love of living death.

The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.

2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.

Só por aí poderíamos sentir que o episódio iria ser meio que “arranque as amarras e se jogue de vez na loucura”. Sim porque é loucura o que esses meninos tem que enfrentar e decidir.

Começamos com a recapitulação nos mostrando que Adam foi pego no furacão do Apocalipse, Cas foi um kamikaze total, Gabriel acabou morto numa luta que ele não queria e não pediu, e mesmo assim ainda conseguiu ajudar dando uma dica muito valiosa, mas uma dica que poderia destruir tudo e todos que estivessem no caminho. Literalmente é matar ou morrer. Os meninos além de Lúcifer, Miguel e Cia de anjos e demônios, teriam que nada mais nada menos encarar e vencer os Cavaleiros do Apocalipse. Existe a possibilidade do plano de Sam dizer sim pro Capetão..Tivemos novamente o vírus Croatoan que finalmente depois de 2 temporadas estava começando a fazer sentido (isso que me dá orgulho de Supernatural muitas vezes. Uma coisa lááá no começo, veio fazer completo sentido apenas agora) e a ligação disso tudo com o Apocalipse.

Tivemos um time de atores muito competentes nesse episódio. Desde os protagonistas, Jensen Ackles e Jared Padalecki (com destaque máximo a Jensen Ackles e sua cena com a Morte), os recorrentes e regulares (Jim Beaver e Misha Collins) e os convidados (Mark Sheppard, Matt Freweer e Julian Richings). Todos estavam muito bem seus papéis, defendendo com maestria as funções que lhe foram dadas. Isso abrilhantou um pouco mais o episódio. Impressionante como Supernatural consegue inserir atores convidados de uma forma como se eles sempre fizessem parte da trama. Quem escolhe o elenco tem um tino danado de bom.



A Peste nos foi apresentada no episódio 19, o mesmo que Gabriel morreu e deu a dica pros meninos de como dar uma coça em Lúcifer.
A Peste sem dúvida foi muito bem caracterizada por Matt Frewer, mostrada na sua forma mais nojenta e na sua forma mais ardilosa. Ela chega de mansinho, finge-se de boazinha e toma conta de tudo dentro das pessoas, destruindo aos poucos e sem nenhuma chance de retorno. Além de ser defendida brilhantemente pelo ator em poucos minutos, foi muito bem caracterizada nos pequenos efeitos especiais. Nojento no mínimo. E um dos “pecados” da apresentação da Peste foi esse: muito pouco de presença no episódio. Assim como a Guerra e a Fome teve, a Peste deveria ter tido um episódio todo pra ela. Mas como eu disse: vai entender o que se passa no “submundo do crime Supernatural” .. Questões burocráticas eu penso. Só pode. Porque assunto teria aos montes pra desenvolver. Até porque ela (Peste) está enfiada em Supernatural desde sempre (desde Croatoan na segunda temporada).

Mas tudo bem, podemos seguir sem ela.. Até porque ela se foi mesmo! A peste perdeu seus poderes, porque seu anel foi arrancado fora por Castiel!! Yesss!! My favorite Angel!! (Sim ele sempre vai ser um anjo pra mim!! Dane-se as regras estúpidas do Céu!)
O grande problema de todo ser que cruza o caminho do time do livre arbítrio é esse: excesso de confiança. E a Peste não foi diferente. Literalmente contar com o ovo no ** da galinha não é o caminho mais certo a se tomar. Todos que foram por esse lado se deram mal. Talvez porque nós, humanos, tenhamos algo tão importante: poder de escolha, de decisão. Poder que temos de dar meia volta em tudo que estamos fazendo e deixar todos com cara de tacho, ou o poder de seguir em frente, mas tomando outros caminhos.  É essa “imprevisibilidade” que torna as nossas decisões tão importantes. Isso é pessoal, e nada e nem ninguém pode determinar. Nem mesmo um bando de anjo e demônio. Ou nesse caso um Cavaleiro do Apocalipse.

A Peste também se mostrou revoltada com Lúcifer. Está se lixando pro que Satã quer. Naquele momento ela queria se livrar daqueles dois seres insolentes que ousaram desmerecer seus irmãos. E que Satã se dane. Uma coisa interessante é o fato que Lúcifer ordenou que não mexessem com eles. Com Dean e Sam. Com Sam dá pra entender, mas com Dean? Por que Lúcifer quer preservar Dean? Vingança pessoal? Peça de barganha? Vai entender o que passa com o Capetão.

A doença é algo que depende do ponto de vista? Aqui parece que sim. Porque no ponto de vista da Peste é algo sublime e que todos merecem. É algo que domina e determina o modo de agir e de pensar. Pensando pelo ponto de vista da Peste isso não deixa de ser uma verdade. A bactéria veio pra dividir e conquistar. Brilhante definição de bactéria. Então a coisa é: tudo é uma questão de referencial, do ponto de vista de cada um. Literalmente tudo aqui é relativo. Claro que na concepção “doentia” da Peste. (Trocadilho infame hehehe).



A cena dos rapazes discutindo na casa do Bobby, e, diga-se de passagem, Dean levantou um ponto bem interessante. Caramba, se passou 17 e quase 90% do 18º episódio se dizendo que Dean não podia dizer sim a Miguel, que não era uma coisa certa, blá, blá, blá.. E agora aparece esse “maravilhoso” plano de Sam dizer sim? Dean tem um ponto interessante sim. E ele nunca que iria aceitar isso sem uma bela discussão e sem um “onde você está com a cabeça, seu idiota?”



Bobby e sua presença sempre marcante e mediadora. Ele está sempre lá pra poder ser o contrapeso na vida desses meninos. Pra poder ser a palavra da razão, do carinho, do afeto e da compreensão. São de Bobby as colocações mais interessantes no que diz respeito a decisões que os rapazes tomam. Sempre parte dele aquele questionamento mais intenso, visceral, provocativo e que nos deixa com a sensação de “Porra Bobby que batata quente é essa?”, mas ao mesmo essas questões são mais que necessárias pra que os rapazes possam seguir na sua jornada. Bobby é para os meninos o equilíbrio que essa vida louca pode tirar totalmente.
Desde sua primeira cena no episódio, observando e dando corda pra discussão dos meninos sobre o plano de Sam até a pergunta que ele joga na cara de Dean no final e que Dean estava se fazendo há tempos mas que ainda não tinha encarado de frente. Bobby o ajudou nisso, o ajudou a enxergar o “x” da questão e com isso Dean pode tornar sua decisão de forma mais racional e analisando o que realmente importa. Esse é Bobby Singer. Bobby mete bronca até em anjo com baixa estima e surto de auto-piedade. Isso aí Bobby!!

Claro que sem dúvida o ponto alto desse episódio pro personagem Bobby foram: o pacto do Bobby com Crowley, o fato dele voltar a andar (que foi algo que Bobby mereceu mesmo. Por tudo que ele fez e faz na sua vida) e a conversa que ele teve com Dean no final.



Crowley . Falo desde já: eu adoro esse demônio!! Desde Abandon eu gosto dele. O jeito meio arrogante, confiante, sarcástico e explosivo. Eu gosto pacas dele. E não quero parecer presunçosa nem nada, mas eu falei há tempos atrás que ele poderia ser Deus. E depois do 5x20 eu meio que deixei de brincar sobre isso, e passei a achar a hipótese bem plausível. Mark Sheppard defende de forma brilhante o Crowley, e suas aparições são sempre ótimas. Ele dá um dinamismo interessante na cena, uma abordagem mais descolada. É como se Crowley dissesse: “Gente, relaxa que eu cheguei e vou ajeitar tudo, bando de idiotas!”. Essa insolência e esse ar de sabe tudo me deixa fascinada pra saber quem diabos realmente é esse ser tão poderoso. E eu adoraria essa versão de Deus: insolente, sarcástico, com senso de humor perverso, mundano, mas acima de tudo no controle da situação. Com certeza seria inusitado. Mas vamos ver o que Kripke nos reserva a respeito desse demônio. Quem de verdade é Crowley.



Quando Crowley aparece, pra “mostrar” seu pacto com Bobby, eu adorei. É como se ele dissesse: vocês querem prova pra tudo, aqui está a prova, eu estou mostrando. E ele é chique e moderno!! Um iPhone.. Huahuahau... E quando ele insolentemente diz a Dean que não vai devolver porra de alma nenhuma, ele se mostra um excelente negociador, mostra que no fundo ele tem as coisas sob controle.
Assim como em todas as outras situações. Quando ele mostra o lance da indústria farmacêutica, a ligação com o vírus croatoan, devolver os movimentos a Bobby (alguém me explica onde foi mostrado que demônios tem o poder de cura?) sem nenhuma razão aparente, onde encontrar a Morte, a foice da Morte. Crowley é muito mais do que julga nossa vã filosofia.



Palmas de pé pra cena da aparição da Morte
. Que cena!! Que coisa linda e bem feita. O cenário continua o mesmo de The End, mas tudo ficou maravilhoso. A começar pelo carrão lindo, pelo ator maravilhoso e pela música. Gente aquela música foi “adaptada” pra Supernatural. Essa música foi escolhida antes de começar a quinta temporada, ela foi a música promo pra anunciar a temporada e agora, na reta final ela se encaixa como uma luva. Foi inserida de forma mais que brilhante. É uma música sombria, mórbida e deprimente, mas não deixa de ser uma ótima música pra um excelente contexto. Brilhante. Uma das melhores cenas que eu tenho visto em todos os tempos.





Sem contar que a escolha de Julian Richings pro papel foi um toque de mestre. Julian foi espetacular em tudo. Na classe que a Morte tem que ter, na entonação de voz, nos olhares, nos gestos, na postura. A Morte está lá, sempre esteve, ela é mais antiga que do existe de mais velho no mundo, ela tem um papel mais que importante no equilíbrio do Universo e de repente Satã vem e acha que pode dominá-la? Pode fazê-la seu servo? Morte tem toda razão de estar revoltada e se sentindo injustiçada. Ela é mais poderosa que tudo isso. E vai jogar com as armas que tem, e se no momento a arma é um reles Winchester ela vai usá-lo. Mas eu ainda tenho minhas ressalvas. Pode ser que isso seja mais um passo pra ludibriar os rapazes e fazer com Sam diga sim logo, e o mais importante que Dean e Bobby saiam do caminho e não impeça Sam de aceitar Lúcifer. E a cena da Morte numa simples pizzaria chamada “Rinascita” (ressurreição, renascimento em português), é de um brilhantismo irônico impressionante. Supernatural tem essas tiradas, essas mensagens que deixa qualquer fã mais que orgulhoso.
Claro que a cena entre a Morte e Dean é uma das melhores de toda a história do seriado. Cheia de recados, de avisos, de provocações. E atuações impecáveis, tanto de Julian Richings quanto de Jensen Ackles. Julian e sua Morte mostrando a sua superioridade perante essas coisinhas insignificantes que são os humanos, e Jensen e Dean mostrando que ele podia ser algo insignificante, mas era corajoso o suficiente pra encará-la e até mesmo bater um papo cabeça com ela.



Temos o retorno de Cas, e ironicamente num hospital. O cara se tornou definitivamente humano, foram-se quaisquer vestígios de anjos, qualquer poder angelical que ele ainda possuía se foi. Ele está provando as “delícias” de ser humano: coceira de inseto, dor, precisar de dinheiro. Foi muito bom ele dizendo a Dean que estava num hospital, e Dean: “Hã? Como assim?”. É impressionante como Cas e Dean tem uma interação forte, eles se entendem de um jeito muito bacana. E foi de Cas um dos momentos que eu mais gostei no episódio. O pedido de desculpas dele pra Dean. Esse ” Você não é a casca morta e quebrada de um homem como acreditei que você fosse” valeu por qualquer coisa que por ventura fizesse eu odiar o episódio. Muitas pessoas deveriam fazer o mesmo que Cas fez. Muitas pessoas que julgam conhecer Dean tão bem, deveriam prestar bem atenção nessa frase e ver que a coisa que Dean tem de mais importante é sua força de caráter, é seu interior repleto de lealdade, coragem e amor incondicional, seja por uma causa ou por alguém. Esse é Dean e Cas está podendo perceber e ter o imenso privilégio de tê-lo em seu rol de amigos e pessoas confiáveis.
Cas tem uma característica muito marcante: ele é perceptivo e sincero como poucos. E isso com certeza faz dele uma pessoa muito especial. Como o fato dele estar percebendo que Crowley é algo além do que ele diz ser e que o plano sobre Sam pular na jaula é uma maluquice sem tamanho, mas que pode dar certo, uma vez que alguém tem que fazer algo. E é de Cas que vem a revelação talvez que mostra o quão ferrado Sam vai estar e com certeza isso vai ferir Dean profundamente. Sam vai ter que tomar sangue de demônio de novo, vai ter que sucumbir ao seu vício, vai ter que vencer mais essa batalha, mais esse desafio. E Cas alerta sobre Adam, sobre o fato que Miguel está usando o corpo do irmão deles. Ou seja, tentaram evitar a luta entre Dean e Sam, mas arrumaram uma possível luta entre Sam e Adam (caso Sam diga sim. Ops, alguém ainda duvida???), o que a meu ver é uma sacanagem total. Cas é a pessoa que coloca todas as cartas na mesa e pergunta diretamente: vai encarar?.



Mesmo que Cas se torne cada vez mais humano, ele ainda tem um toque angelical em tudo que ele faz. Toque esse no que diz respeito a coisas dúbias. Pra Cas as coisas ainda são preto no branco. Não é bem aceito pra ele o lance de cinza. Ele também não processa muito bem “ironias”, sarcasmos e engodos.



Dean. Desde a primeira cena Dean mostra que não concorda com esse suicídio. Com o lance de Sam dizer sim a Lúcifer. Dean na primeira cena já mostra bem seu ponto de vista, e como sempre numa acalorada discussão com Sam, ele não quer nem saber dessa coisa estúpida e suicida.
Quando Dean recebe o pedido de desculpas de Cas, ele fica sem jeito. Ele não sabe como lidar com isso, não é algo muito comum na sua vida. Mas ele se sente bem, quem não se sente? Quem não se sente bem recebendo a consideração que lhe é devida? Por isso eu adoro quando Dean e Cas estão juntos, em cena. Porque eu penso que Cas é um dos poucos que conseguem enxergar o que é tão importante pra Dean e o que ele realmente precisa no momento.



Dean está num momento tão maduro na sua relação com Sam que eu mais que nunca tenho vontade de apertar a bochecha dele e dizer: Lindinho da Polly!! (Tá, menos né?? Rsrs). Mas sério, Dean não está mais no modo: “Cala a boca e obedece”. Dean está realmente considerando o que Sam tem a dizer, o que Sam pensa, o que Sam quer. Dean finalmente parece estar se libertando das suas amarras em relação a Sam (Amém!). Claro que não completamente, porque ele ainda tem um botão “Proteger Sam”, que sempre vai ser ativado num primeiro momento quando o assunto é seu irmão, mas ao menos Dean está ouvindo e pensando a respeito quando Sam coloca as coisas pra ele agora. Isso também se chama maturidade. Se chama confiança em alguém. Eu tenho imenso orgulho de Dean por ter chegado a esse ponto, uma vez que ele sempre foi taxado de prepotente, mandão e dono da verdade. Dean na verdade sempre teve foi um enorme medo de perder sua referência que era Sam, sua família, teve medo de ver Sam se afundar e não retornar. Por isso essa ferocidade em protegê-lo acima de qualquer coisa, porque no fundo ele conhecia tão bem Sam que sabia que Sam se machucaria mais que tudo nesse processo todo. Dean estava protegendo Sam dele mesmo, mas Dean finalmente pode ver que ele não pode e nem deve controlar isso. Cada um tem que passar por suas dores, tristezas, alegrias e sofrimentos pra poder achar com suas próprias pernas o seu caminho, seja ele qual for. O pecado de Dean é excesso de zelo e amor. O que também prejudica e muito.



Uma prova do quanto essa co-dependência está cada dia menor é o fato que eles, Dean e Sam, foram em missões diferentes. Tudo bem que o momento não cabe andar em bando feito andorinha, as frentes de trabalho devem ser divididas, mas o Dean de antigamente teria feito um escarcéu pelo fato de Sam estar indo sem ele numa missão tão importante.



Outro personagem que interage muito bem com Dean é Crowley. Talvez por serem tão parecidos, no sentido de confiantes, sarcásticos e com senso de humor único.
Dean usa seus instintos pra estar do lado de Crowley, e ele ainda não tem certeza, mas Dean sabe que Crowley está mesmo meio que “do lado deles e contra os planos de Lúcifer”. Eu dou meu dedo que Dean não engoliu o papo de “Lúcifer vai também acabar com minha raça”, Dean sabe que tem algo mais, e ele vai confiar nos seus instintos e pagar pra ver. Outro motivo pra eu gostar de Crowley. Dean tem um desconfiômetro mais aguçado que o normal, e o fato dele estar deixando Crowley perto e até meio que ditar “ordens” prova que algo mais tem aí. Como diz a Ce: tem caroço nesse angu.



Dean volta a afirmar seu compromisso: “Saving peoples, hunting things”. É o que ele sempre fez, pra que ele tanto lutou. Ele está preocupado que mais de três milhões de pessoas vão morrer se eles não agirem e não está nem um pouco preocupado (modo de dizer, óbvio) se Lúcifer está bravinho ou não. O que ele quer é evitar essas mortes,e é pra isso que ele encara a Morte. É por isso que ele atura Crowley, porque ele sabe que de algum modo Crowley vai ajudá-lo com isso.



Outro momento palmas de pé. A cena entre Dean e a Morte.
Jensen Ross Ackles já passou da hora de ser indicado ao Emmy. Alguém não tem sequer o direito de dizer um ‘A” contra ele nessa cena espetacular. Jensen estava perfeito, estava sem erros e sem excessos. Nada ficou “de mais” ou até mesmo “de menos”. Jensen imprimiu o tom certo a Dean. Nós podíamos sentir o medo, o terror e a batalha de Dean contra isso em cada gesto, em cada olhar, em cada fala.

Dean sabia que a qualquer momento ele seria mais uma daquelas pessoas ali no chão. Ele seria mais um boneco descartável naquela briga toda. Ele tinha plena consciência que literalmente a Morte o estava recebendo. Como muitas vezes ele a enfrentou, ele teve que enfrentá-la de novo. A diferença é que dessa vez não era mais um “ceifeiro” subordinado, era nada mais nada menos que a “chefa”. Meio que apavorante mesmo. Mas mesmo assim Dean não perde a piada. Quando a Morte diz que estava querendo falar com ele, Dean responde com um: ”Eu devo dizer tenho sentimentos conflitantes sobre isso” . Tipicamente Dean Winchester!



Quando Dean leva o pedaço de pizza na boca, ele tinha a mais absoluta certeza que ele estaria morto, que ele seria varrido dali como uma mosca insignificante. Mas Dean como sempre não fugiu, não se escondeu. Ele comeu, até porque não tinha outra opção mesmo. Era fazer isso ou...fazer isso.

E como sempre o modo prático de Dean vem a tona quando ele percebe que a Morte não vai levá-lo e ele quer logo saber qual é a dela. E surpresa das surpresas, A Morte não quer ser um pau mandado de Lúcifer se nem Deus fez isso. A Morte diz a Dean que quer Lúcifer fora do caminho porque ele é um mimado birrento que quer chamar a atenção do papai, usando tudo e todos ao seu redor. Dean está meio que incrédulo e assustado com isso, ele acha que é algo grande demais pra ele, o que a Morte reforça o tempo todo, mas também deixando claro que não tem outra opção. Dean tenta manter sua mente focado como um caçador e não como um homem que está sentado comendo pizza com um Cavaleiro do Apocalipse, Cavaleiro esse que acabou de afirmar que pode e vai matar Deus, mas que precisa da ajuda de Dean pra trancafiar aquele que ousou enfeitiçá-lo. Imagina o que significa isso? É algo mesmo muito grandioso. Muito “além do escalão” de qualquer mortal mesmo.



E Dean então pode ter o anel que ele tanto quer e precisa, mas a um preço muito alto. A um preço altíssimo. Dean tem que praticamente jogar Sam na cova dos leões e deixá-lo morrer. Essa é a condição. O anel em troca do sim de Sam, em troca de Sam poder aceitar Lúcifer, controlá-lo e trancafiá-lo. Muita coisa pra Dean não? Nesse exato momento me veio o cochicho de John pra Dean em In My Time (2x01). A ordem clara: mate seu irmão se você não conseguir salvá-lo. Mesmo que Dean recusou acatar uma ordem do seu pai, ele agora praticamente está empurrando Sam pra morte, pro abismo. Parece a Dean que ele não conseguiu nada, nem salvar Sam e nem evitar sua morte de um modo trágico, cruel e doloroso.

Mas Dean também não tem muita opção no momento não é? Ou ele acata o acordo ou ele e todo mundo vira pó e as coisas ficam piores do que já estão e tudo desanda de vez. Ele tem o poder de decidir, de levar adiante o plano, de poder solucionar as coisas. O preço é alto, muito alto, mas ele pode ao menos tentar algo. Muito dramático e pesado isso. Como sempre todas as responsabilidades nas costas dele. E tudo isso vem carregado de uma ameaça velada de “Não banque o engraçadinho”. E ele então tem o anel e todas as instruções de como usá-los.



Dean e Bobby. A conversa deles no final é algo pra nos deixar de coração apertado (como sempre). Já disse antes que Bobby levanta pontos com Dean que o fazem pensar, que o fazem olhar de verdade dentro de si. Algo que ele muitas vezes prefere não fazer, ou por medo, ou por vergonha de si. Volto a dizer: Dean daria uma tese de doutorado maravilhosa para psicologia. Dean ainda tenta se convencer que a Morte pode estar jogando pros dois lados (o que eu não duvidaria nem um pouco) mas Bobby mostra a ele um outro lado também. O lado que eles tem uma arma que é Sam. Que já está na hora de Dean dar mais um passo no que diz respeito ao relacionamento deles. Bobby mostra a Dean que Sam é cheio de defeitos, cheio de problemas, mas que Sam também é digno, é uma pessoa que aprendeu muito ao longo dos anos e que talvez mereça um pouco de crédito. Entretanto pra Dean, Sam não é apenas um brinquedo pra Lúcifer ou pra essa guerra entre Céu e Inferno. Sam é seu irmão, é o garoto a quem ele dedicou sua vida, o garoto por quem ele vendeu a alma ao inferno. Sam é o cara que o traiu como ninguém, mas que ele ama acima de tudo. Então por mais que digam que Dean tem que confiar e acreditar em Sam, as coisas não são exatamente só isso. Por isso a pergunta de Bobby é muito pertinente, é muito visceral pra Dean e merece que Dean seja honesto acima de tudo. Merece que Dean a analise e responda com toda honestidade. Só assim ele pode encarar isso.



E eu aposto minhas fichas que o maior medo de Dean não é perder a batalha, afinal ele ensinou a Sam perder, e a perder lutando. O medo de Dean é perder Sam em todos os sentidos. Perder de um jeito que ele jamais possa recuperar novamente. Ver que sua batalha desde que ele tinha quatro anos, não resultou em nada. Perder Sam pra essa guerra, perder Sam pra Lúcifer, perder Sam pro inferno e acima de tudo perder Sam pra essa escuridão que existe dentro do seu irmão caçula e que ele, Dean, lutou tanto pra que Sam não desse ouvidos a ela. Dean teme sim, ele não quer que Sam entre nesse plano, mas alguém pode sequer dizer que Dean não tenha motivos pra isso?



Sam. Com seu eterno saco pra agüentar as explosões de Dean, ele aparece pela primeira vez tentando convencer o irmão que na verdade ele não concorda com o plano, mas parece ser a única saída.
Sam no carro, na frente do hospital diz uma coisa bem interessante sobre o covil da Peste. “Parece mais deprimente do que mal”. O que é uma imensa verdade. Doença é mais deprimente do que malvada. Doença drena a essência de uma pessoa, não as torna más.





Eu fico orgulhosa ao ver a maturidade que Sam alcançou. Ao ver que ele sabe quais são seus limites o que ele pode ou não fazer. Fico muito feliz que ele finalmente parece estar consciente do seu papel, das suas possibilidades e limitações. Esse amadurecimento do Sam foi conseguido a custa de muito sofrimento, muitas perdas, muitas burradas. Mas ele está lá. Sam finalmente se tornou aquele adulto que todos nós queríamos ver. Dean inclusive, mesmo que ele não admita num primeiro momento. Sam tem essa essência de bondade dentro dele, mas tem também muita raiva, muita mágoa, muita rebeldia. E isso com certeza é o que o assusta e assusta todos a sua volta. Isso pode ser seu pior inimigo. E ele sabe disso. O que o torna digno. Porque reconhecer suas fraquezas é o primeiro passo pra trabalhá-las e melhorá-las. E Sam está caminhando nesse sentido desde que percebeu que o caminho que ele estava seguindo não o levaria a lugar nenhum, muito pelo contrário, o estava afastando de tudo que ele considerava importante. E pela primeira vez ele está encarando as coisas e não fugindo delas. Ele está encarando as possibilidades e sabendo que mesmo ferrado, mesmo não querendo fazer isso, ele talvez tenha que fazer. Parabéns Sam, você está honrando as calças que você veste. Finalmente né grandão??



Sam se mostrou focado em ajudar pessoas como ele não estava desde a segunda temporada. Sam se mostrou determinado a provar pra si mesmo que ele pode assumir riscos e sair bem deles, ele precisava mostrar aos outros e a si mesmo que ele não é um fracasso total, que ele ainda tinha aquele Sam que todos um dia admiraram e confiaram. Muito bom o mesmo o papel que ele assumiu no depósito das vacinas. Mostrou que ele realmente pode fazer a diferença. Torço mesmo que faça. Como eu disse no início da temporada: Sam busca a redenção. Ele merece.

Vou levantar uns pontos aqui que pode (tenho certeza que vai) gerar discórdias, mas volto a salientar: isso aqui são opiniões pessoais, não reflete uma verdade absoluta e muito menos quero convencer ninguém de nada. Isso é coisa minha e que eu tenho todo direito do mundo de dizer. É o que EU penso. Se alguém discorda sintam-se livres pra dizerem, mas sem ofensa, ou falta de educação. Pode ser que eu venha pensar diferente.

Luta entre Sam e Adam?? Isso me cheira a remendo. Isso me cheira a tentativa de mudar algo que poderia não ser bem aceito pelo público. Ou isso é uma burrice sem tamanho mesmo...Uma total falta de respeito com o arco do Dean na quinta temporada. Dean não podia dizer sim a Miguel porque teríamos uma catástrofe sem tamanho na humanidade. Uma luta sem precedentes. E agora que Miguel está em Adam, a luta entre Adam (que teoricamente é um receptáculo mais fraco) e Sam/Lúcifer (que está em seus plenos poderes) é plausível?? Eu só espero sinceramente que isso não aconteça. Eu espero que Sam seja forte o suficiente pra barrar Lúcifer e o enfiar na jaula de novo. Se é essa a intenção dos roteiristas, parabéns, eu torço por isso, mas se a intenção é fazer a luta acontecer, sinto muito, é uma sacanagem. Prontofalei.



Num primeiro momento eu vi esse episódio como: "vamos limpar por completo a barra do Sam". Foi essa a primeira impressão que eu tive do episódio. Isso me deixou muito decepcionada, porque pra mim ficou o seguinte: passaram a temporada toda tentando dizer de forma indireta que Dean tinha que aceitar Miguel pra poder parar Lúcifer, que Miguel era o cara e tals, e vem Sam no 100º episódio e resgata Dean de toda esse pensamento, e agora vem os escritores dizer que Sam TEM que aceitar Lúcifer, que SÓ Sam pode impedir? E onde fica Dean e sua história? Ele volta a ser o motorista e cão de guarda? Só esperando pelas decisões de Sam? Realmente pensando por esse lado , isso me deixa frustrada....Porque parece que Dean fez birra o tempo todo...como se ele quisesse provar a todos que ele estava certo, e que no final Sam é o cara, o único que tem o grande poder...Como se Dean fosse uma mera peça de enfeite...isso me deixou muito decepcionada mesmo. Porque essa foi minha primeira impressão.





Mas depois vendo o episódio com mais calma e com legenda eu pude processar melhor as coisas e entender outras e eu mudei um pouco de idéia. Eu vejo que não existe outra opção no momento, é como se fosse um “Não tem outro, vai tu mesmo”. Meio que jogar na loteria. E o pobre coitado do Sam é que vai ser a isca. No final das contas a Morte deu uma baita responsa a Dean..e isso me deixou feliz, porque vai ser dele meio que a decisão final de ser ou o herói ou o carrasco. Depende do que ele fará. Vai ser de Dean a tacada final de parar ou não esse maldito Apocalipse. E mesmo que Sam vá pro buraco com Lúcifer, Dean vai ser o cara capaz de buscá-lo de volta. Vai ser o que ele sempre foi: o irmão mais velho. Porque Dean é aquele cara que não perde a fé, mesmo que ela fique por vezes capenga, ele não perde a fé naquilo que ele acha certo, naquilo que ele confia. Dean luta, e luta até não poder mais, até que tudo esteja finalmente acabado. E acredito que por mais sombrio que o sim de Sam possa parecer, no final das contas Dean vai mostrar a todos, a Bobby, a Cas, a Sam e principalmente a ele próprio que nada mais importa a não ser você mesmo, a não ser aquilo que você faz, que você escolhe e que faz de você ser o ser humano que é. Dean vai aflorar mais que nunca o seu lado altruísta, o lado que ele tenta esconder sob a máscara de insensível, durão, teimoso e intolerante, mas que no fundo é apenas um meio de tentar mostrar a todos que o que conta é apenas o negócio da família: salvar pessoas. E dentre essas pessoas estão eles mesmos. Dean vai no final das contas pagar o preço mais alto de todos. Vai ser dele a maior perda, que é abrir mão daquilo que ele mais ama: Sam. Dean vai ser o grande herói porque ele abriu mão disso, do que lhe era mais caro. Apenas grandes heróis são capazes de ser tão generosos e tão cientes de seus erros. Volto a dizer: o melhor de Dean não tem nada a ver com “super-poderes ativar”, o melhor de Dean é o que ele tem dentro de si: força de caráter. Dean tem o que Michael não teve: capacidade de amar e acreditar no irmão! Fé! Fé em si mesmo e no irmão, mesmo que tudo conspire contra!

Momentos ótimos do episódio: (Modo tiete ao máximo. E daí??)


- Dean fazendo referência ao filme “Dying Young” (Tudo por amor) em pleno hospital dominado pela Peste.

- Dean dizendo ser neto de Eunice Kennedy.. huahua.. PQP!! Tão provável quanto eu ser Jesus Cristo! rsrsrs

- Sam estabacando no chão. Imagina um homem daquele tamanho, caindo? Huahua.. sai da frente meu povo, que um gigante foi pro chão! Kkkkkkk

- ”Did you kiss him? – Só mesmo em Supernatural pra ter isso. O mundo vai acabar, e Sam quer saber se Bobby beijou um cara?? Huahuahua.. Adoro isso. Aliás essa cena foi um dos pontos altos do episódio. O jeito do Dean virar o pescoço pra ver o beijo. Kkkkkkkk.. Tô me lixando pros homofóbicos de plantão.. Foi bom pacas.. rsrsrs..

- Sam pelo amor de Deus, aposente de vez as camisas xadrezes. Você estava lindo de camisa vermelha!!! Lindo..

- Sam perguntando a Dean se ele se lembra o quanto era mais fácil quando eles caçavam Wendigo e Dean diz que não, não era. Depois que eu li a entrevista do Jensen, eu tenho certeza do que Dean quis dizer. Isso é algo pra sexta temporada. Uma volta as origens, mas com coisa mais “inside”.

- Quando Supernatural acabar eu quero ver Jensen em papéis que exigem muita luz e claridade.. Só pra eu poder ficar admirando aqueles lindos olhos verdes e aquela boca rosada e carnuda.. Vai ser lindo assim lá no....inferno!!!

Uma mensagem que define bem minha sensação após o episódio:

"...As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
Clarice Lispector

Abraços a todos. Vemos-nos na season finale. Vemos-nos em Swan Song, e finalmente vamos ver como será esse Canto dos Cisnes.

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[Download] Episódio: 5x21- Two Minutes To Midnight
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Bobby vende sua alma para ajudar a impedir o Apocalipse. Dean vai cara-a-cara com a Morte.

Crowley (ator convidado Mark Sheppard) diz a Bobby (Jim Beaver) que irá dar a ele a localização da Morte (ator convidade Julian Richings), o quarto Cavaleiro, em troca de sua alma. Sabendo que Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) precisam do quarto anel para impedir o Apocalipse, Bobby relutantemente aceita. Sam e Dean confrontam a Peste (ator convidade Matt Frewer), mas ele libera um vírus mortal neles, então Castiel (Misha Collins) tem que intervir para eles. Dean tem um encontro com a Morte para conversar sobre Lúcifer, e um aliança impura é formada custando um alto preço a Dean.


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EM Partes:

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Bom episódio!


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[Download] Episódio 5x20 - The Devil You Know
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Descrição Oficial: Sam e Dean enfrentam o Cavaleiro O demônio Crowley (Mark Sheppard) diz a Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), que pode ajudá-los a encontrar os anéis restantes dos cavaleiros, para montarem uma armadilha para Lúcifer. Os irmãos ficam em dúvida até Crowley levá-los à Brady (Eric Johnson), o controlador da Peste (Matt Frewer) e da Morte. No entanto, Brady se recusa a entregar suas localizações e coloca a Peste atrás dos Winchesters.

Robert Singer dirigiu o episódio escrito por Ben Edlund


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Parte I
Parte II

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Bom episódio!


[Download] Episódio 5x19- Hammer Of The Gods
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LÚCIFER (MARK PELLEGRINO, "LOST") RETORNA - Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) são raptados por um grupo de deuses, incluindo Kali (atriz convidada Rekha Sharma), Ganesh (ator convidado Keith Blackman Dallas) e Bladur (ator convidado Adam Croasdell) e mantidos reféns num pequeno hotel. Os deuses querem usar Sam e Dean como moeda de barganha para interromper o Apocalipse, mas Gabriel (ator convidado Richard Speight, Jr.) aparece e avisa a eles que se Lúcifer encontrá-los ele matará a todos eles. Infelizmente, um dos deuses trai o resto e Lúcifer aparece.

Rick Bota dirigiu o episódio escrito por Andrew Dabb e Daniel Loflin com história de David Reed.

 


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